A impressão 3D aditiva de modelos metálicos está longe de ser notícia. Porém, para várias aplicações, os produtos criados em impressoras 3D exigem conformidade com os mais rigorosos padrões de tolerância, com precisão de centésimos e milésimos de milímetro. As tecnologias populares de impressão aditiva não podem fornecer essa precisão, o que faz com que os modelos exijam pós-processamento complexo. Cientistas alemães encontraram a oportunidade de trazer o modelo à mente de maneira mais fácil e rápida.
Dieta Oliver
Desenvolvido por cientistas da Universidade de Saarland, na Alemanha, o instrumento é uma espécie de sonda com uma cabeça de pulverização na parte inferior. A cabeça pulveriza eletrólito a partir de sais dissolvidos em água na superfície de um modelo de metal que requer processamento adicional. Ao mesmo tempo, pulsos de alta tensão são passados através da sonda e da cabeça. Como resultado, processos eletroquímicos começam a ocorrer na superfície do modelo processado, que remove a camada de metal por camada.
Ajustando a frequência de vibração da cabeça e ajustando a duração e a amplitude dos pulsos, é possível controlar com precisão o volume de metal que está sendo removido. A tecnologia foi testada em modelos 3D de aço, titânio e alumínio. A precisão do tratamento de superfície era de milésimos de milímetro. Os modelos volumétricos de metal podem ser processados rapidamente para uma superfície lisa com a tolerância necessária, o que promete tornar a impressão aditiva de produtos de metal ainda mais barata e melhor.
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