A Juul, empresa de São Francisco que se tornou uma das maiores fabricantes de cigarros eletrônicos do mundo nos últimos anos, anunciou quarta-feira que deixará de anunciar seus produtos nos Estados Unidos.
A declaração da empresa foi feita em meio a um número crescente de relatos de doenças pulmonares entre entusiastas de vaping, além de mortes relacionadas à morte nos Estados Unidos. Juul foi duramente criticado por causa de sua prática de marketing, que muitos críticos acreditam ser dirigida aos jovens.
A empresa anunciou que não se oporia à proibição de cigarros eletrônicos com sabor proposta pelo governo Trump e cumprirá todos os requisitos apresentados pelo governo do país.
Também na quarta-feira, foi anunciada a renúncia do CEO da Juul, Kevin Burns (Kevin Burns). Ele foi sucedido por K. C. Krostweit (K. C. Crosthwaite), atual diretor de gerenciamento de crescimento da gigante do tabaco Altria, que possui uma participação de 35% na Juul.
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