No mês passado, o Washington Post e a emissora pública alemã ZDF divulgaram uma história pouco conhecida sobre como a CIA e a inteligência alemã possuíam a empresa de equipamentos de criptografia baseada na Suíça Crypto AG por décadas. Isso permitiu aos americanos lerem mensagens criptografadas dos governos de 120 países. A história ressoou na Suíça neutra e exigiu uma ação decisiva das autoridades.
De acordo com o site Intelnews.org, na segunda-feira o Ministério das Finanças Federal Suíço apresentou uma queixa pedindo que instaurasse processos criminais contra pessoas desconhecidas, o que contribuiu para a transferência secreta da Crypto AG para a Agência Central de Inteligência dos EUA (CIA). Mais informações sobre essa operação da CIA chamada Rubicon podem ser encontradas em nosso arquivo de notícias de 12 de fevereiro.
Lembramos brevemente que a CIA, proprietária secreta de uma empresa que fabrica equipamentos de criptografia, tinha acesso à correspondência criptografada de aliados e oponentes. Por exemplo, durante a Guerra das Malvinas entre Argentina e Grã-Bretanha, para dois territórios britânicos no exterior no Atlântico Sul, os americanos transmitiram aos britânicos a correspondência da sede do exército argentino.
A história da Crypto AG chocou o público suíço e forçou o governo a iniciar uma investigação. O parlamento do país (Assembléia Federal da Suíça) também pretende iniciar sua investigação. A queixa acima foi apresentada pela Secretaria de Estado de Assuntos Econômicos (SECO), que faz parte do Departamento de Finanças da Suíça. A queixa foi confirmada pelo Ministério Público.
Funcionários da SECO dizem que foram enganados quando deram permissão para exportar produtos Crypto AG. Eles não perceberam que eles mesmos foram comprometidos por um acordo secreto da empresa com a CIA e o BND (inteligência alemã). Consequentemente, o acordo secreto viola a lei federal suíça que regula a exportação de, entre outros, equipamentos “sensíveis”. O gabinete do promotor promete considerar a queixa e avaliar legalmente se é digno de consideração criminal ou não.
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