A montadora alemã Daimler cortará 1.100 posições de liderança em todo o mundo, ou cerca de 10% da liderança, informou o diário alemão Sueddeutsche Zeitung na sexta-feira, citando um boletim distribuído pelo conselho de fabricação da empresa.
REUTERS / Hannibal Hanschke
Um email enviado sexta-feira pelos membros do Conselho de Supervisão da Daimler, Michael Brecht e Ergun Lümali, para 130.000 funcionários, diz que o novo CEO da Daimler, Ola Källenius, chamou de “uma figura específica” no início desta semana. cortes de empregos, pela primeira vez desde que assumiu o cargo em maio.
“As negociações começaram, ainda não há resultados”, disse Brecht, que também é chefe do conselho de produção da empresa. Ele enfatizou que o Conselho de Produção da Daimler exclui demissões forçadas até 2030, acrescentando que a demissão antecipada de forma voluntária é possível, mas apenas por acordo das partes.
Em 14 de novembro, Ola Källenius deve apresentar uma estratégia atualizada da empresa, que também pode incluir medidas de economia de custos. No mês passado, a empresa proprietária da marca Mercedes-Benz anunciou que seu lucro antes de impostos em 2019 seria “significativamente menor” do que os 11 bilhões de euros recebidos no ano passado. “Precisamos reduzir significativamente nossos custos e fortalecer consistentemente nosso fluxo financeiro”, disse Källenius.
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