No final de março, a Supermicro enfrentou promotores dos EUA devido ao possível envolvimento de um dos fundadores da empresa, Yi-Shyan Liaw, no contrabando de aceleradores da Nvidia para a China. Na semana passada, ele se declarou inocente em juízo, mas foi libertado sob fiança de US$ 5 bilhões. A empresa iniciou sua própria investigação independente, como observa a Bloomberg.

Fonte da imagem: Supermicro
Segundo uma fonte, membros independentes do conselho administrativo contrataram advogados para investigar as circunstâncias que levaram à acusação de dois funcionários da Supermicro e um representante de uma empresa terceirizada por organizarem o envio ilegal de hardware de servidores da Nvidia para a China. A administração da Supermicro não especificou um prazo para sua própria investigação, conforme observado no comunicado oficial da empresa.
Os três réus neste caso, acusados de organizar o envio ilegal de aceleradores da Nvidia para a China, se declararam inocentes, mas apenas dois permanecem foragidos. Enquanto o cofundador da Supermicro foi liberado sob fiança, o representante de vendas em Taiwan, Ruei-Tsan Chang, não foi inicialmente detido por estar localizado fora dos Estados Unidos. A equipe de defesa do terceiro réu, Ting-Wei Sun, também está trabalhando para garantir a libertação de seu cliente sob fiança.
A Supermicro também iniciou uma auditoria de seu programa interno para garantir que suas práticas de comércio internacional estejam em conformidade com as regulamentações e restrições existentes nesta área. O departamento jurídico da empresa está conduzindo tal auditoria, cujos resultados serão comunicados aos membros independentes do conselho administrativo.