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Pequim está levando a sério os algoritmos de recomendação de gigantes de tecnologia chineses

A China lançou uma campanha para regular algoritmos de mídia social e evitar abusos por gigantes da tecnologia locais, principalmente ByteDance e Tencent. As autoridades estão interessadas em algoritmos de recomendação em redes sociais e algoritmos baseados nos quais a publicidade online é exibida aos usuários.

Fonte da imagem: F8_f16 / pixabay.com

Como parte da nova campanha, a Autoridade do Ciberespaço da China realizará inspeções no local de empresas de Internet e realizará exames de vários serviços. A iniciativa tem como alvo os maiores sites, plataformas e produtos mais influentes, sem nomear as próprias empresas ou projetos.

As ações das autoridades visam implementar e fazer cumprir as normas aprovadas em agosto passado que regulam o trabalho dos algoritmos de recomendação que determinam a saída de conteúdo para usuários de redes sociais – entraram em vigor em março. Isso faz parte de um programa abrangente lançado no final de 2020 com o objetivo de conter a influência das gigantes chinesas da tecnologia, cujas plataformas controlam essencialmente o entretenimento e a opinião pública.

O documento, publicado em agosto, contém 30 pontos, incluindo requisitos para divulgar os princípios básicos dos algoritmos de recomendação, além de fornecer aos usuários ferramentas convenientes para desativá-los. As novas normas também exigem que os algoritmos sigam “valores comuns” e “disseminem ativamente energia positiva”.

O problema dos algoritmos de recomendação é relevante para os maiores serviços do mundo: Facebook* e Google, em particular, são acusados ​​de priorizar conteúdos que exacerbam a polarização política e incitam à violência. ByteDance (dona do Douyin, a versão chinesa do TikTok) e Tencent (dona do aplicativo de mensagens WeChat) já se curvaram às demandas de Pequim e possibilitaram que os usuários optassem por não receber algoritmos de recomendação em suas plataformas.

* Está incluído na lista de associações públicas e organizações religiosas em relação às quais o tribunal tomou uma decisão final para liquidar ou proibir atividades com base na Lei Federal nº 114-FZ de 25 de julho de 2002 “Sobre o combate ao extremismo atividade”.

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