A empresa americana Left Field Holdings, dona de uma rede de restaurantes, processou o Google, acusando a gigante de TI de criar páginas não autorizadas para receber pedidos de entrega de comida, em vez de redirecionar os usuários para os sites oficiais dos restaurantes. O Google nega as acusações e pretende provar seu caso na Justiça.
Fonte da imagem: Kai Pilger / Pixabay
O processo alega que o Google está usando táticas de “isca e troca” para forçar os clientes a fazer pedidos para entrega ou entrega de comida por meio de “páginas novas e não autorizadas”. Essas páginas contêm grandes botões de “Encomendar Online”, que, segundo o autor, distraem e enganam os usuários. Além disso, clicar no botão “Pedir online” redireciona os clientes não para o site do restaurante, mas para uma página de propriedade do Google. Lá, os clientes podem organizar a entrega usando serviços de terceiros, como GrubHub, DoorDash e Seamless.
O processo alega que o Google, sem permissão, coloca os nomes dos restaurantes em suas páginas, supostamente para “intencionalmente confundir os consumidores a visitar e interagir com os sites da empresa”. Ao fazer o pedido por meio desse serviço, o restaurante recebe uma taxa pelo pedido e o Google, segundo o processo, fica com uma parte da transação. De acordo com o autor, as ações do Google são ilegais porque a empresa deliberadamente e sem permissão usa marcas de restaurantes para distrair os usuários dos sites oficiais dos representantes de catering e incentivá-los a fazer pedidos em seus sites.
A porta-voz do Google, Ashley Thompson, comentando o incidente, disse que o autor deu uma descrição incorreta do produto da empresa e também expressou a prontidão da gigante de TI em defender seu nome no tribunal. “Nosso objetivo é conectar os clientes com os restaurantes dos quais eles desejam pedir comida e facilitar com o botão Order Online. Não recebemos nenhuma compensação por pedidos ou integração com esse recurso”, disse Thompson.
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