A Zoom, fabricante japonesa de equipamentos de gravação com capitalização de mercado de cerca de US $ 85 milhões, está processando a empresa americana Zoom Video Communications, responsável pelo popular serviço de videoconferência de mesmo nome. Uma empresa japonesa quer proteger seus direitos de marca. Ao mesmo tempo, o Zoom japonês não exigirá indenização do homônimo americano.
Fonte da imagem: Tiffany Hagler-Geard / Bloomberg
Em um comunicado à Bolsa de Valores de Tóquio, a empresa local disse que entrou com um processo contra a Zoom Video Communications no Tribunal Distrital de Tóquio. A japonesa Zoom, que emprega 95 funcionários, disse que não tem interesse em resolver financeiramente a disputa porque deseja que sua marca registrada seja protegida por lei.
Zoom Corp. fundada em 1983 e listada na bolsa Jasdaq. A empresa afirma que vários escritórios de advocacia de propriedade intelectual a informaram que existe uma grande probabilidade de que o serviço de videoconferência da Zoom, dos Estados Unidos, para consumidores infrinja seus direitos de marca registrada.
\nA semana passada se tornou uma das mais malsucedidas para os fabricantes de semicondutores desde…
\nO Centro de Ciências Computacionais do Instituto de Pesquisa Física e Química do Japão (Centro…
\nÀ medida que a inteligência artificial muda o cenário do mercado de segurança cibernética, a…
A fabricante japonesa de chips de memória Kioxia deve pagar à operadora de satélite Viasat…
Os Estados Unidos queriam obter uma parte dos enormes lucros das empresas sul-coreanas de semicondutores…
\nNa seção japonesa da loja online da Apple, os preços dos smartphones aumentaram – isso…