Threads poderão gerar receita anual de US$ 8 bilhões em dois anos

A nova plataforma de microblogging Threads, lançada na semana passada pela Meta*, pode trazer muito dinheiro para sua controladora nos próximos dois anos, disseram analistas da empresa de consultoria Evercore ISI. De acordo com a previsão, o número de usuários ativos diários na plataforma chegará a 200 milhões e a receita anual nos próximos dois anos chegará a US$ 8 bilhões.

Fonte da imagem: Meta*

O serviço, anunciado como uma alternativa ao Twitter, foi lançado como uma plataforma relacionada ao Instagram* na semana passada e, desde então, mais de 100 milhões de usuários se inscreveram no Threads. Na escala da Meta*, a receita projetada do serviço é pequena – a gigante da mídia social deve gerar US$ 156 bilhões em receita em 2025, mas US$ 8 bilhões é mais do que os US$ 5,1 bilhões que o Twitter ganhou em seu último ano como empresa pública. No final do ano passado, a receita da Meta* foi de US$ 117 bilhões, com mais de 3 bilhões de usuários ativos. Em julho de 2022, o número de usuários do Twitter era de 237,8 milhões.

O analista da Evercore, Mark Mahaney, também observou que seria interessante ver se o Threads pode sustentar uma taxa de crescimento alta o suficiente sem quedas significativas em outras plataformas Meta*, como Facebook* e Instagram*. Seu colega da KeyBanc Capital Markets, Justin Patterson, acrescentou que em um futuro próximo os resultados financeiros da nova plataforma serão insignificantes, pois a empresa focará em seu desenvolvimento, não em monetização.

O compromisso com esta estratégia foi confirmado pelo chefe da Meta * Mark Zuckerberg (Mark Zuckerberg). Ele escreveu no Threads que “a abordagem será a mesma de todos os nossos produtos: primeiro fazer o produto funcionar bem, depois ver se podemos colocá-lo em um caminho claro para 1 bilhão de usuários e só depois disso pensar em monetização”.

* Está incluída na lista de associações públicas e organizações religiosas em relação às quais o tribunal tomou uma decisão final para liquidar ou proibir atividades com base na Lei Federal nº 114-FZ de 25 de julho de 2002 “No combate a extremistas atividade”.

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