Fonte da imagem: Bastian Riccardi / unsplash.com
A reivindicação tem vários recursos exclusivos. O juiz rejeitou as objeções de que o pedido foi apresentado em um estado onde nem X nem MMFA têm sede – para ele foi suficiente que os materiais de divulgação da organização mencionassem as empresas texanas Oracle e AT&T. Atualmente, a X está sediada na Califórnia, mas o atual escritório da rede social em São Francisco fechará em breve, e seu proprietário, Elon Musk, está discutindo a mudança da empresa para o Texas.
E isto não é uma alegação de difamação: X não está a dizer que o MMFA fez declarações falsas. A direção da rede social admite que a publicidade foi veiculada junto a materiais racistas e outros materiais inaceitáveis. Mas insiste que isso é raro e que os autores da investigação “abusaram deliberadamente da Plataforma X para forçar o algoritmo a associar conteúdo racista às marcas de anunciantes populares”. Para fazer isso, o MMFA criou deliberadamente contas nas quais subscrevia simultaneamente páginas racistas e páginas de grandes marcas, após o que realizavam “rolagem e atualização intermináveis” para que novos anúncios surgissem.
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