Elon Musk, em entrevista ao Twitter Spaces no dia anterior, disse ao repórter da BBC James Clayton que não comprou a plataforma de microblogging voluntariamente, mas por medo de ser forçado a fazê-lo.
Fonte da imagem: Sunny Haccan / unsplash.com
Em abril do ano passado, Elon Musk ofereceu oficialmente a compra do Twitter a uma taxa de US$ 54,20 por ação, ou US$ 44 bilhões no total – a administração da empresa aceitou a oferta e o empresário assinou uma obrigação correspondente. Posteriormente, Musk declarou esta obrigação nula e suspendeu o negócio, pois a direção da empresa, segundo ele, superestimou o número real de usuários e subestimou o número de bots na plataforma.
Em resposta a isso, a administração do Twitter entrou com uma ação contra Musk exigindo obrigá-lo a concluir o negócio. Depois de algum tempo, o empresário voltou a mudar de ideia e anunciou a intenção de comprar a rede social – segundo ele, tinha que fazer isso porque a Justiça poderia obrigá-lo a isso. Musk confirmou a James Clayton que se opôs ativamente à compra da plataforma, mas, no final, os advogados insistiram em fechar o negócio, já que ainda teria que ser concretizado.
O juiz que presidiu as audiências sobre a reclamação da administração do Twitter contra Elon Musk deu ao empresário três semanas para fechar o negócio – caso contrário, o caso teria chegado a todo vapor. Desta vez foi o suficiente e, em 28 de outubro de 2022, Musk tornou-se o chefe da empresa.
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