A Viasat, provedora de comunicações por satélite e operadora de constelação geoestacionária, está considerando vender sua divisão governamental, informou a Bloomberg, citando fontes não identificadas.
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Agora a empresa está trabalhando nesta questão com um consultor envolvido para resolvê-lo. Supõe-se que a divisão de comunicações criptografadas do governo possa ser de interesse para empresas de defesa e empresas de investimento – estamos falando de uma direção que movimenta cerca de US$ 120 milhões por ano sem levar em conta custos: impostos, depreciação e depreciação de equipamentos.
A Viasat ainda não tomou uma decisão final e a venda da divisão pode não ocorrer. “A Viasat não comenta especulações ou rumores relacionados a possíveis aquisições ou vendas da empresa”, disse um porta-voz em resposta ao pedido de um repórter da Bloomberg. No pregão de ontem em Nova York, as ações da Viasat subiram 2,3%, para US$ 28,68 – o valor da empresa atingiu US$ 2,2 bilhões.
Rumores sobre a venda de parte do negócio surgiram tendo como pano de fundo o desejo da Viasat de concluir a aquisição da Inmarsat Group Holdings – isso criará um empreendimento que terá 19 satélites à sua disposição, e outros 10 veículos entrarão em órbita nos próximos três anos. O negócio é percebido pelos investidores como uma tentativa de resistir a novos players diante da americana Starlink e da britânica OneWeb. Enquanto isso, a Autoridade de Concorrência e Mercados do Reino Unido (CMA) iniciou uma revisão da entrada da Inmarsat na Viasat.
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