O Google usa IA para reconhecer doenças de pele e tuberculose

Algoritmos de inteligência artificial (IA) são usados ​​há muito tempo para fins médicos, inclusive para o diagnóstico de várias doenças. Os novos desenvolvimentos do Google são kits de ferramentas de software para identificar problemas de pele e tuberculose.

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Usando a tecnologia do Google, as doenças da pele podem ser diagnosticadas literalmente com uma câmera de smartphone. A empresa afirma que bilhões de pessoas têm problemas de natureza semelhante, mas devido à falta de especialistas, sistemas de diagnóstico de hardware e software estão se tornando indispensáveis.

O usuário pode simplesmente tirar três fotos da área problemática da pele de diferentes ângulos, responder a várias perguntas – com base nos dados obtidos, a IA estreitará o círculo tanto quanto possível a partir de centenas de diagnósticos possíveis para consideração posterior dos resultados da análise por especialistas.

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Segundo o Google, a inteligência artificial foi treinada com base em milhões de imagens pertencentes a diferentes grupos demográficos, mas até agora a tecnologia tem apenas um valor auxiliar. O desenvolvimento foi revisado pela Food and Drug Administration dos EUA, mas não pode servir como um substituto completo para uma visita a um médico profissional. O Google pretende testar a ferramenta em campo ainda este ano.

O Google usou sistemas de aprendizado profundo para diagnosticar a tuberculose e, em seguida, encaminhar pacientes em potencial para exames adicionais. A IA analisa radiografias de tórax antes de uma pessoa ser enviada para exames especiais mais caros.

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De acordo com o Google, a tecnologia desenvolvida pela empresa não produz mais resultados falso-positivos e falso-negativos do que os 14 radiologistas que participaram do estudo. Para criar um sistema de inteligência artificial, o Google usou dados “anônimos” de nove países e, em seguida, testou a “inteligência” treinada em pacientes de cinco países. Se os médicos não considerarem as pontuações padrão do Google confiáveis, eles podem decidir por si próprios se devem ou não encaminhar os pacientes para exames adicionais.

O relatório de tecnologia completo pode ser baixado aqui. No futuro, a empresa pretende ampliar o estudo por meio de parcerias com hospitais da Índia e da Zâmbia.

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