Ainda no dia anterior, a Bloomberg informou com confiança que os recursos de computação dos aceleradores Biren BR100 da empresa chinesa de mesmo nome são um pouco piores que o NVIDIA A100 e, portanto, as sanções americanas não interferirão em sua produção adicional. Hoje, a fonte mudou abruptamente a retórica, anunciando a decisão tomada pela TSMC de suspender o envio desses aceleradores de 7nm para um cliente chinês.
Fonte da imagem: Tecnologia Biren
No verão, a Biren Technology não hesitou em declarar que o acelerador BR100 desenvolvido por ela é capaz de desafiar a NVIDIA A100. As características da novidade chinesa realmente inspiraram respeito: 77 bilhões de transistores, processo de fabricação de 7nm e layout espacial 2.5D CoWoS, 64 GB de memória a bordo, suporte para interfaces PCI Express 5.0 e CXL. No entanto, quando se tratou de uma nova onda de sanções antichinesas, os representantes da Biren, sob condição de anonimato, preferiram afirmar que seus descendentes não atingem o nível da NVIDIA A100 e, portanto, não se enquadram nas novas restrições de exportação.
Hoje ficou conhecido, segundo a Bloomberg, que a TSMC não assumiu riscos e suspendeu a produção dos aceleradores de computação de 7nm da Biren Technology. Ao mesmo tempo, a empreiteira taiwanesa não chegou a uma conclusão final de que os produtos Biren pertencem à categoria proibida de produtos, mas as entregas serão interrompidas “por precaução”. Os aceleradores Biren são projetados para trabalhar em sistemas de visão de máquina, processamento de fala natural e sua síntese usando inteligência artificial. Representantes da empresa chinesa ainda não comentaram a notícia, segundo a Bloomberg.
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