A capacidade dos fabricantes chineses de produzir processadores de 7 nm tornou-se uma revelação para as autoridades americanas, e o aparecimento no mercado chinês no início do outono dos smartphones da série Huawei Mate 60 despertou o interesse do consumidor pelos produtos desta marca. Segundo a Counterpoint Research, mesmo diante de duras sanções, isso permitiu que os processadores da marca subsidiária HiSilicon alcançassem o quinto lugar mundial em popularidade entre todos os chips móveis, com uma participação de 3% no terceiro trimestre.
Fonte da imagem: Huawei Technologies
Deve-se reconhecer que os três primeiros no segmento de processadores móveis controlam juntos 86% do mercado, portanto as conquistas da HiSilicon merecem respeito como tal. O ranking é liderado pelos produtos Qualcomm, que ocupam 40% do mercado principalmente devido ao sucesso dos processadores Snapdragon 8 Gen 2, que se difundiram nos principais modelos de smartphones de marcas chinesas. Em segundo lugar está a Apple com 31% do mercado, posição apoiada pelo lançamento da família de smartphones iPhone 15. Em terceiro lugar está a MediaTek com 15% do mercado, que agora compete ativamente na faixa de preços básicos do segmento de smartphones com suporte a redes 5G.
Por fim, a Samsung, como um dos maiores fabricantes de smartphones, cobre 7% do mercado com processadores próprios e ocupa o quarto lugar. O HiSilicon chinês é inferior a ele com 3% do mercado, mas para uma empresa sob sanções estritas este é um indicador muito bom. A UNISOC chinesa ocupa o sexto lugar e ocupa 2% do mercado, e o Google, com seus próprios processadores Tensor, é capaz de controlar 1% do mercado global e ocupa o sétimo lugar.
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