Na apresentação dos processadores Intel Arrow Lake no Japão, os funcionários da MSI contaram manualmente os pads na parte traseira da CPU e descobriram que havia mais de 1.851 deles. Esta descoberta incomum confirmou a presença de pads adicionais que não estão conectados aos pinos. do soquete LGA 1851 e destinam-se exclusivamente ao diagnóstico do chip.
Fonte da imagem: Intel
A Intel realizou recentemente um evento no Japão dedicado aos processadores Core Ultra 200S Arrow Lake, realizado um dia após seu anúncio oficial. A principal atenção foi dada à melhoria do desempenho e da eficiência energética de novos produtos. A discussão sobre novos desenvolvimentos e capacidades do Arrow Lake também incluiu representantes dos principais OEMs – MSI, ASRock, Gigabyte e Asus, que demonstraram suas inovações. Após a apresentação principal, a Intel e seus parceiros mostraram novos modelos de placas-mãe e realizaram testes de desempenho do Arrow Lake, além de montarem um computador pessoal (PC) baseado nele.
Uma característica distintiva dos processadores Arrow Lake é a presença de mais de 1.851 contatos na base do processador. No entanto, esses elementos adicionais, como se viu, não estão envolvidos na transmissão de dados ou de energia, mas servem apenas para diagnóstico e depuração.
Para confirmar o número de pontos de contato, os funcionários da MSI, Tsubasa Jisatra e Sr. Nakajima, obtiveram imagens impressas da parte inferior da CPU e contaram as linhas e colunas manualmente, marcando cada linha e coluna. No processo, eles ajustaram a contagem para levar em conta as lacunas nos cantos e no centro do processador. Como resultado, ficou claro que o número de almofadas de contato na verdade ultrapassa 1.851, embora seu número exato não tenha sido divulgado. Cálculos repetidos mostraram que poderia haver cerca de cem pontos de diagnóstico. Na verdade, esses pontos não recebem energia elétrica, pois não estão em contato com os contatos da tomada.
Embora os processadores Arrow Lake já estejam à venda, os primeiros resultados de benchmark mostram que seu desempenho em jogos é apenas ligeiramente melhor do que seus antecessores, Raptor Lake e modelos concorrentes da série AMD Zen 4 X3D. Espera-se que futuras atualizações do microcódigo e do sistema operacional (SO) melhorem a eficiência, mas as limitações arquitetônicas atuais provavelmente só serão abordadas nas futuras gerações de CPUs – Panther Lake e Nova Lake.
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