As redes móveis 5G suscitaram preocupações entre um determinado segmento da população. E se a maior parte do raciocínio dos alarmistas parece absurdo, então com as redes 6G tudo ficará muito mais complicado. Segundo o MIT e a Ericsson, as redes 6G deveriam ser controladas por inteligência artificial, construída sobre processadores neuromórficos – para ter arquitetura semelhante ao cérebro humano, e também para tirar energia do ar – a partir da emissão de rádio.
Fonte da imagem: mit
A colaboração entre o Instituto de Tecnologia de Massachusetts e a Ericsson para desenvolver tecnologias 6G explorará novos materiais para chips de computador que imitam a estrutura do cérebro humano, bem como maneiras de tornar alguns sistemas eletrônicos verdadeiramente autônomos, eliminando a necessidade de carregamento. O novo acordo inclui trabalho conjunto em vários projetos nos quais os cientistas do MIT atuarão como especialistas em materiais, arquiteturas de processadores e IA, e os especialistas da Ericsson fornecerão suporte especializado e conhecimento sobre tecnologias de rede.
A Ericsson acredita que a complexidade e complexidade das redes 6G fornecerão a comunicação mais rápida possível e baixa latência apenas quando toda a infraestrutura de comunicação de software e hardware for gerenciada por sua própria rede cognitiva. A rede terá que avaliar os fluxos e direções dos dados e redistribuí-los rapidamente, priorizando-os como achar melhor.
É importante que a Ericsson considere as arquiteturas de processador modernas e os processos de fabricação de chips inadequados para a criação de uma base de hardware para redes cognitivas. A rede inteligente deve funcionar como a memória do cérebro, que também é um elemento de computação dentro do processador. Esta é uma ideia muito difundida de computação na memória, para a qual vários elementos foram propostos, desde um memristor mítico até uma memória MRAM, ReRAM ou PRAM bem formada. O MIT espera criar arquiteturas neuromórficas e processadores semelhantes para executar redes cognitivas para gerenciamento de infraestrutura 6G.
Uma das tendências mais incomuns em eletrônicos de última geração será a Lithionics. Este é um novo termo cunhado por cientistas de materiais do MIT. Os cientistas estão confiantes de que as maravilhosas propriedades do lítio não são úteis apenas para fazer baterias de lítio, mas também para fazer chips. Em particular, os óxidos de lítio podem se tornar a base para futuros processadores neuromórficos de inteligência artificial. Junto com os engenheiros da Ericsson, os cientistas do MIT também explorarão essa possibilidade.
Por fim, o MIT e a Ericsson planejam criar plataformas IoT totalmente autônomas para redes 6G que não requerem recarga e manutenção periódicas. Essas plataformas serão alimentadas por radiação de radiofrequência da faixa de comunicação ou transmissão de banda larga, como a televisão.
Se tudo correr bem para os desenvolvedores, em cinco anos veremos novidades incomuns para hoje: “Sua operadora de celular transferiu o controle da rede 6G para um processador neuromórfico de lítio alimentado pelo ar.”
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