Entregas de equipamentos semicondutores da Coreia do Sul para a China caíram pela metade

Em relação ao mesmo período do ano passado, as exportações de equipamentos sul-coreanos para produção de microchips para a China caíram 51,89% no primeiro semestre do ano. Os especialistas não excluem que as vendas continuarão caindo, e por iniciativa da própria China.

Fonte da imagem: LN/unsplash.com

As exportações totais de equipamentos semicondutores para a China totalizaram US$ 694,8 milhões no primeiro semestre do ano, uma queda de 51,89% em relação ao primeiro semestre de 2021, segundo dados divulgados pelo Serviço de Alfândega da Coreia em 9 de agosto. Vale ressaltar que a China, segundo a Business Korea, é o mercado mais importante para os fabricantes sul-coreanos de equipamentos para a finalidade correspondente, a China respondeu por 60% das exportações sul-coreanas das “ferramentas” correspondentes.

Em primeiro lugar, foi enviado para as fábricas da Samsung Electronics e SK hynix localizadas na China. Além disso, empresas chinesas como YMTC, CXMT e SMIC estão considerando a compra de soluções de semicondutores sul-coreanas em resposta às restrições de fornecimento dos EUA.

Especialistas atribuem a queda nas exportações a um aumento no investimento da China em sua própria indústria de semicondutores em um cenário de crescente pressão dos Estados Unidos. Fontes da indústria sugerem que as exportações podem cair ainda mais devido à entrada da Coreia na aliança Chip 4, que inclui estados que são predominantemente hostis à China. Presume-se que a exportação de equipamentos para fábricas sul-coreanas para a produção de chips de memória na China pode ser limitada pelas próprias autoridades chinesas, ao mesmo tempo em que incentiva as empresas chinesas a se recusarem a usar equipamentos da Coreia do Sul para desenvolver o desenvolvimento e produção de equipamentos no próprio território do país.

Sabe-se que os Estados Unidos já introduziram uma série de restrições à cooperação com a China na indústria de semicondutores, inclusive restringindo o acesso a subsídios aos fabricantes que vão desenvolver a produção de semicondutores na China. A própria China abriu processos criminais contra funcionários responsáveis ​​pela substituição de importações na área de semicondutores – resta saber com que eficácia os fundos alocados foram usados.

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