O projeto de construção de uma fábrica da Intel em Magdeburg, na Alemanha, prometia ser o maior investimento estrangeiro na indústria do país em mais de setenta anos, mas agora esbarra em contradições entre o investidor americano e as autoridades alemãs. A empresa afirma aumentar o tamanho dos subsídios, e as autoridades alemãs se opõem fortemente a isso.
Fonte da imagem: Intel
Como explica o Financial Times, o projeto inicial significava que a Intel precisaria de 17 bilhões de euros para construir a empresa, dos quais 6,8 bilhões de euros estavam prontos para serem fornecidos pelas autoridades alemãs. Agora a empresa, segundo fontes, está exigindo um aumento dos subsídios para 10 bilhões de euros, explicando isso pelo aumento dos custos de energia e construção. O ministro das Finanças alemão, Christian Lindner (Christian Lindner), nos comentários do Financial Times, disse que o orçamento do país não tem dinheiro e deve ser reduzido, não expandido.
O ministro da Economia alemão, Robert Habeck, também é partidário da ideia de aumentar os subsídios para o desenvolvimento da indústria nacional de semicondutores, elegendo como referência a iniciativa dos EUA de alocar US$ 52 bilhões para apoiar o desenvolvimento da indústria norte-americana de semicondutores. É geralmente aceito que Habek, junto com o chanceler federal Olaf Scholz (Olaf Scholz), são partidários da ideia de aumentar o apoio ao projeto da Intel, desde que a empresa aumente a escala de construção. O ministro das Finanças, Lindner, se opõe à ideia de aumentar os gastos orçamentários, apontando para a falta de fontes de financiamento adicionais.
As atuais autoridades alemãs não estão dispostas a aumentar a carga tributária, bem como os empréstimos externos. O orçamento do país já está enfrentando um déficit de US$ 20 bilhões, então o ministro das Finanças instou seus colegas a impor limites aos gastos no próximo ano, deixando apenas os gastos com defesa sem solução.
Em maio, o ministro da Economia, Habek, propôs subsidiar o custo da eletricidade para a indústria, mas a implementação de tal programa até 2030 exigirá de 25 a 30 bilhões de euros de fundos orçamentários. O ministro das Finanças, Lindner, considera tal ideia um desperdício do dinheiro dos contribuintes. A propósito, a ideia de subsidiar os custos de eletricidade também está sendo discutida nas negociações com a Intel. Segundo concebeu o ministro da Economia, os fundos para subsidiar os custos de eletricidade deveriam ser retirados do fundo de estabilização, constituído durante os anos de pandemia para apoiar a economia nacional em tempos de crise. Lindner acredita que cobrir a diferença nos custos de eletricidade para empresas industriais é um mau uso dos recursos do fundo.
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