O consórcio Rapidus formado por um grupo de empresas japonesas pretende produzir em massa chips com tecnologia de 2nm na ilha de Hokkaido na segunda metade desta década. Enquanto a empresa está procurando ativamente por fontes de financiamento, e se na fase de pesquisa está pronta para contar com o apoio do Estado em muitos aspectos, está pronta para entrar na bolsa de valores para organizar a produção em massa de chips.
Fonte da imagem: Rapidus
A Rapidus estima, citada pela Kyodo, que a empresa precisará de quase US$ 15 bilhões para dominar a litografia avançada e, nessa área, espera o apoio de longo prazo das autoridades japonesas e de seu doador de tecnologia, a corporação americana IBM. Ao mesmo tempo, o desenvolvimento da produção em massa de chips Rapidus de 2 nm exigirá quase uma vez e meia mais recursos, e a empresa espera recebê-los colocando suas próprias ações na bolsa de valores.
As autoridades japonesas já concordaram em aumentar o financiamento para a incipiente empresa japonesa de US$ 500 milhões iniciais para US$ 2,3 bilhões, mas a Rapidus está mostrando bom apetite, falando sobre a necessidade de investir cerca de US$ 54 bilhões para dominar a produção em massa de chips de 2 nm no Japão. Se uma empresa conseguir levantar pelo menos US$ 22 bilhões na bolsa de valores, isso já a deixará mais próxima de atingir a meta, que é mais determinada por fatores políticos do que econômicos. Em meados dos anos 80 do século passado, o Japão era um player líder no mercado global de semicondutores e agora as empresas locais se contentam com litografia predominantemente madura e uma participação de mercado modesta.
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