Nos próximos cinco anos, de 2026 a 2030, a China pretende se concentrar em áreas como novas energias, novos materiais, aeroespacial e aviação de baixa altitude. As autoridades do país declararam que tecnologias quânticas, biotecnologia, energia de hidrogênio e fusão nuclear, interfaces neuro-máquina, robôs com inteligência artificial e padrões de comunicação móvel de sexta geração (6G) são os novos motores de crescimento, relata o ChosunBiz.
Fonte da imagem: CARLOS DE SOUZA / unsplash.com
O anúncio foi feito em uma coletiva de imprensa dedicada aos resultados do plenário do Comitê Central do PCC, encerrado ontem. As autoridades do país planejam acelerar o desenvolvimento de clusters de novas indústrias estratégicas: novas energias, novos materiais, aeroespacial e aviação de baixa altitude, que criarão mercados avaliados em trilhões de yuans. Setores como tecnologias quânticas, biotecnologia, energia e fusão de hidrogênio, interfaces de redes neurais, robótica com IA e comunicações móveis 6G já ganharam impulso em diferentes graus e atingirão uma escala significativa nos próximos dez anos. Pequim enfrenta o desafio de tornar essas áreas impulsionadoras do crescimento econômico.
As autoridades chinesas estabeleceram as seguintes metas:
A China ficou em primeiro lugar no mundo em termos de volume de comércio de mercadorias pelo oitavo ano consecutivo, ultrapassando US$ 1 trilhão; Ao atrair capital estrangeiro, as metas do 14º Plano Quinquenal foram alcançadas seis meses antes do previsto; o país está entre os três primeiros do mundo em termos de volume de investimento estrangeiro. As importações também estão crescendo rapidamente — até o final do 14º Plano Quinquenal, o volume de importações de bens e serviços da China ultrapassará US$ 15 trilhões. O investimento estrangeiro ajudou a China a impulsionar suas atividades no exterior, com os impostos pagos nos países anfitriões ultrapassando US$ 30 bilhões. Pequim ajudou seus parceiros a garantir empregos no mercado de trabalho e a facilitar a industrialização e a modernização de outros países. As autoridades chinesas anunciaram sua intenção de manter sua política de abertura diante das novas tendências protecionistas em todo o mundo.
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