Embora a receita de diferentes empresas ainda seja uma métrica mais ou menos tangível para compará-las, sua capitalização de mercado, ou valor da marca, está longe de ser clara para todos. Isso não impediu a BrandFinance de publicar anualmente, desde 2007, um ranking das marcas mais valiosas do mundo. Este ano, a Apple liderou a lista novamente, com seu valor de marca aumentando 6% no último ano, chegando a US$ 607,6 bilhões.

Neste caso específico, como explicam os autores do ranking, o progresso da Apple foi impulsionado principalmente não pelo aumento nas vendas de hardware, mas pelo desenvolvimento de seus serviços e assinaturas. Geograficamente, os serviços e produtos da Apple continuam sendo muito procurados nas Américas, Europa e região Ásia-Pacífico.

Fonte da imagem: BrandFinance

A Microsoft, em segundo lugar, viu o valor de sua marca aumentar 23% no último ano, atingindo US$ 565,2 bilhões. Além de seu negócio tradicional de software, esse crescimento foi impulsionado pela expansão de seus negócios em nuvem e serviços relacionados. O Google (Alphabet) manteve o terceiro lugar, com um aumento de 5% no valor da marca, chegando a US$ 433,1 bilhões. Considerando a Amazon, em quarto lugar, com um valor de marca de US$ 369,9 bilhões, as gigantes da computação em nuvem compõem quase que inteiramente as cinco primeiras posições. A Nvidia completa o top 5, tendo terminado em nono lugar no ano passado com um valor de marca inferior à metade do de sua antecessora, atualmente em US$ 184,3 bilhões. Isso significa que as cinco marcas mais valiosas são ocupadas inteiramente por corporações americanas, embora o TikTok (conhecido como Douyin em seu país de origem) tenha subido uma posição, para o sexto lugar. O valor da marca cresceu quase 50% em um ano, atingindo US$ 153,5 bilhões.

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