O Facebook passou cerca de dois anos e meio criando o primeiro módulo do “metaverso” – no futuro, as pessoas poderão se reunir para trabalhar e brincar no espaço virtual usando avatares tridimensionais. Por enquanto, o Horizon Workrooms é uma versão limitada para reuniões de trabalho.
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A ideia por trás do Horizon Workrooms é simples – em vez de olhar para pequenas imagens de vídeo de personagens em um ambiente de trabalho familiar para trabalhadores remotos, o usuário está imerso em uma espécie de jogo eletrônico: usando o fone de ouvido de realidade virtual Oculus Quest 2, ele pode aparecer em uma sala de conferências que pode acomodar »Até 16 personagens tridimensionais e até 50 pessoas – ao participar de uma videoconferência usando webcams simples.
De acordo com o Facebook, este é um pequeno, mas importante passo para a criação do metaverso – um mundo digital que no futuro pode, se não deslocar completamente as pessoas da realidade, então se tornar uma ajuda séria para o trabalho remoto e o entretenimento. Enquanto a versão gratuita do Horizon Workrooms está sendo testada, mas no futuro, o chefe do Facebook, Mark Zuckerberg, não exclui a monetização com a venda de todos os tipos de produtos digitais no metaverso.
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Segundo quem já participou da demonstração Horizon Workrooms, o espaço virtual dá uma impressão inusitada – algo entre uma videochamada e o tempo real em uma sala de conferência. Para usar, você precisa ter Workrooms instalado em seu computador e um fone de ouvido Oculus Quest 2. Depois de criar seu avatar, você pode começar a trabalhar.
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Os primeiros usuários notaram a “flexibilidade” do sistema. Ao contrário de soluções semelhantes, onde os avatares ficam parados ou se movem aleatoriamente, neste ambiente eles são capazes de demonstrar movimentos com as mãos e a cabeça. Nesse caso, o usuário tem acesso à área de trabalho do computador. Com um fone de ouvido VR, você pode ver o teclado e o mouse sem sair da realidade virtual.
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Os representantes do Facebook demonstraram a capacidade de apresentar em uma “sala” com suporte para desenho em um quadro branco digital ou a capacidade de “compartilhar” sua própria tela de trabalho com outras pessoas. Vale ressaltar que, ao contrário da videoconferência, não funcionará para representar a participação desligando ou girando a webcam. Cada movimento do avatar segue os movimentos do usuário. O Facebook acredita que esta é uma parte importante do processo. As pessoas precisam sentir a presença de todos, e essa experiência não pode ser substituída pela videoconferência.
Porém, alguns dos participantes sentiram que em alguns casos era muito mais conveniente poder desligar a câmera ou até mesmo fazer uma ligação, sem falar no inconveniente de usar sempre o fone de ouvido.
No futuro, o Facebook terá que convencer as empresas de que seu produto é melhor do que soluções de videoconferência e que todos os funcionários precisam comprar fones de ouvido a partir de US $ 299 e configurar o equipamento em todos os computadores remotos.
Enquanto o desenvolvimento está em fase beta, a empresa não planeja comercializá-lo em um futuro próximo.
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