Um estudo da Adalytics mostrou que o YouTube continua sendo uma das principais plataformas de distribuição de conteúdo pirateado. Na plataforma, você pode até encontrar filmes que ainda estão em cartaz ou prestes a estrear. O número total de visualizações desses materiais ultrapassou 250 milhões.
Fonte da imagem: BoliviaInteligente/Unsplash
De acordo com a pesquisa, mais de 9.000 vídeos com possíveis violações de direitos autorais foram encontrados no YouTube entre julho de 2024 e maio de 2025. Entre eles, há longas-metragens de estúdios famosos, séries populares, exclusivos da Netflix e até transmissões esportivas. Um exemplo é o filme Lilo & Stitch, um remake live-action do filme da Disney, lançado oficialmente em 23 de maio de 2025. Apesar disso, o vídeo já foi visualizado mais de 200.000 vezes no YouTube, causando ao estúdio um prejuízo potencial de vários milhões de dólares, segundo o TechSpot.
Como se sabe, o YouTube utiliza o sistema Content ID para combater violações, que verifica automaticamente os vídeos enviados e os compara com o banco de dados dos detentores dos direitos autorais. No entanto, o fundador da Adalytics, Krzysztof Franaszek, afirmou que o sistema pode não funcionar corretamente e que uma parcela significativa do conteúdo pirateado continua na plataforma.
O representante do YouTube, Jack Malon, por sua vez, relatou que, no último ano, o sistema Content ID detectou 2,2 bilhões de vídeos potencialmente violadores. Segundo ele, cerca de 90% desses vídeos permanecem no ar, mas com publicidade, da qual os detentores dos direitos autorais recebem receita. Os 10% restantes são removidos a pedido dos detentores dos direitos autorais.
Malone também observou que a pesquisa da Adalytics deve ser tratada com cautela, pois pode fazer parte da estratégia de marketing da própria empresa. Ele enfatizou que chamar todos os vídeos encontrados de “ilegais” é incorreto, pois a decisão final sempre cabe aos detentores dos direitos autorais.
Franaszek, por sua vez, explicou que o estudo da Adalytics começou, pode-se dizer, por acidente — depois que os clientes da empresa notaram que até 60% do orçamento de publicidade online era gasto em vídeos que eram posteriormente excluídos pelo sistema. No entanto, após a exclusão desses vídeos, todas as informações sobre impressões de anúncios também desapareciam, o que dificultava a análise da eficácia da publicidade.
Uma nova iniciativa das autoridades indianas, citada pela Reuters, visa aumentar a transparência na área…
É difícil considerar 2025 um ponto de virada no mercado de processadores. De certa forma,…
Em 2025, a empresa privada russa MCST recebeu mais de 10.000 processadores Elbrus-2S3 de um…
O OpenAI Group está investindo US$ 500 milhões na SB Energy, uma subsidiária do SoftBank…
Na CES 2026, realizada esta semana em Las Vegas, EUA, as tecnologias de IA foram…
Usuários com privilégios de administrador agora podem desinstalar o aplicativo Microsoft Copilot pré-instalado em dispositivos…