Enquanto levantava US$ 44 bilhões para recomprar ações do Twitter, o CEO da Tesla, Elon Musk, inicialmente planejava obter US$ 12,5 bilhões em empréstimos garantidos pelas ações deste último, mas recusou a oportunidade no mês passado ao levantar o valor necessário levantando fundos de outros investidores. Os últimos desenvolvimentos em torno do acordo impedem um aumento na participação de fundos de terceiros no financiamento da compra de ativos do Twitter por Musk.
Fonte da imagem: Reuters, Patrick T. Fallon
No momento, o bilionário espera pagar até US$ 33,5 bilhões em dinheiro, sendo o restante coberto por empréstimos, mas é claro que Musk tem interesse em reduzir a parcela dos empréstimos. Segundo a Reuters, o chefe da Tesla estava conversando com a Apollo Global Management e vários investidores para fornecer outros dois ou três bilhões de dólares em troca de ações preferenciais do Twitter, o que daria aos investidores uma receita fixa de dividendos.
A situação se agravou quando se soube de uma carta dos advogados de Musk à gerência do Twitter, na qual insistiam em divulgar informações sobre o compartilhamento de contas falsas na base de usuários diários ativos da rede social, ameaçando romper o acordo caso a empresa se recusasse a fornecer esses dados. As negociações dos investidores com Elon Musk sobre a alocação de fundos adicionais foram suspensas, explica a fonte. Na verdade, um grupo de bancos está disposto a conceder até mesmo um empréstimo de US$ 13 bilhões a Musk somente depois que houver certeza no avanço do processo de preparação do negócio. Os credores também estão chateados com o fato de que o comportamento de Elon Musk não faz nada para arrecadar fundos para garantir o negócio.
Musk também tem aliados no confronto com a liderança do Twitter, como esclarece a Bloomberg. Um dos acionistas da empresa, John Solak, entrou com uma ação exigindo que o Twitter divulgue o conteúdo da correspondência e das negociações entre executivos da empresa e membros do conselho sobre o compartilhamento de contas fictícias. O autor pretende estabelecer se os membros do conselho de administração do Twitter violam os direitos dos investidores de receber informações confiáveis.
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