A Administração do Ciberespaço da China publicou um projeto de conjunto de regras que regulamentam o desenvolvimento de personas digitais online, exigem sua identificação clara e proíbem serviços que possam enganar crianças ou contribuir para seu vício.

Fonte da imagem: Lazar Andy / unsplash.com

As regulamentações propostas pela agência exigiriam a identificação clara de “pessoa digital” em todos os materiais relacionados a personas virtuais; pessoas digitais seriam proibidas de fornecer serviços sensíveis a indivíduos menores de 18 anos. As regulamentações propostas proibiriam o uso de informações pessoais de cidadãos reais para criar tais personas; pessoas virtuais seriam proibidas de serem usadas para burlar sistemas de verificação de identidade. Pessoas digitais seriam proibidas de distribuir materiais que ameacem a segurança nacional, incitem a subversão do poder estatal, promovam o separatismo ou prejudiquem a unidade nacional.

Os fornecedores de produtos e serviços relevantes são aconselhados a impedir a publicação de materiais que contenham referências íntimas, representações de horror, crueldade ou incitação à discriminação com base em etnia ou região. Eles também são incentivados a tomar as medidas apropriadas e fornecer assistência profissional a indivíduos que apresentem tendências suicidas ou de automutilação.

As novas regulamentações visam abordar lacunas na governança do setor digital, estabelecendo “linhas vermelhas” claras para o desenvolvimento saudável do setor. “A governança de pessoas virtuais digitais não é mais simplesmente uma questão de regulamentação do setor; tornou-se uma questão científica estratégica relacionada à segurança cibernética, ao interesse público e ao desenvolvimento qualitativo da economia digital”, afirma o documento.

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