As empresas americanas com ligações com a China se opuseram aos planos do governo Trump de restringir as operações de negócios usando o aplicativo de mensagens WeChat da Tencent Holdings Ltd., informou o Wall Street Journal na quinta-feira.
REUTERS / Florence Lo
De acordo com o The Wall Street Journal, na terça-feira, “mais de uma dúzia” de organizações, incluindo Apple, Ford, Walmart e Disney, participaram de uma teleconferência com funcionários da Casa Branca, na qual as empresas detalharam os possíveis efeitos adversos da proibição do WeChat em seus próprios negócios. Em particular, as empresas disseram que bloquear um aplicativo pode prejudicar sua competitividade na segunda maior economia do mundo.
Um decreto assinado por Donald Trump na semana passada proibiu “qualquer transação relacionada ao WeChat”. O decreto deve entrar em vigor em algumas semanas, mas devido à sua linguagem ampla, existem muitas ambigüidades sobre o escopo pretendido da proibição, que será monitorado pelo Departamento de Comércio dos Estados Unidos. Segundo o WSJ, um dos motivos da conversa entre a Casa Branca e empresas americanas foi a tentativa de esclarecimento da questão.
A teleconferência também contou com a presença de representantes da Procter & Gamble Co, Intel Corp, MetLife Inc, Goldman Sachs Group Inc, Morgan Stanley, United Parcel Service Inc, Merck & Co Inc e Cargill Inc.
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