O Orlando Police Pension Fund entrou com uma ação contra a compra do Twitter por Elon Musk. A organização alega que o empresário violou as leis estaduais ao fazer o negócio. A Reuters escreve sobre isso.
Fonte: Pixabay
Segundo o investidor, Musk não poderia adquirir o Twitter antes de 2025, a menos que os acionistas de 75% aprovassem o acordo. O autor também acusou o diretor da plataforma Parag Agrawal e outros membros do conselho de violar a responsabilidade fiduciária e exigiu indenização por danos e custas judiciais.
No início de abril, soube-se que Musk comprou uma participação de 9,2% na rede social. Em seguida, afirmou que o serviço não pode se desenvolver no modelo atual e deve atender à liberdade de expressão. Logo, ele fez uma oferta para comprar a plataforma, que o Twitter inicialmente rejeitou, mas depois reconsiderou. O valor da transação será de US$ 44 bilhões, sobre os quais foi assinado um acordo correspondente. O negócio foi aprovado pelo conselho de administração.
Em meados de abril, Marc Rasella processou Musk. Ele representa um grupo de investidores que venderam ações da rede social entre 24 de março e 1º de abril. O autor acusou Musk de ocultar a compra de uma participação inicial na empresa, que supostamente lhe permitia comprar ações a um preço reduzido. Lembre-se que após o anúncio do negócio, o preço das ações subiu 26%.
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