A Duma Estatal aprovou emendas à Lei de Proteção ao Consumidor em sua segunda e terceira leituras, proibindo serviços online de debitar automaticamente taxas de assinatura, relata a TASS. Se aprovada, a lei entrará em vigor em 1º de março de 2026.
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A nova lei proíbe quem vende assinaturas digitais de usar dados de pagamento que o consumidor tenha optado por não usar. Se o consumidor excluir os dados do cartão da conta do serviço, a plataforma não poderá mais debitar o cartão automaticamente. O vendedor é obrigado a fornecer ao consumidor a opção de optar por não usar dados bancários ou outras informações de pagamento eletrônico armazenadas na plataforma. Isso pode ser feito, inclusive eletronicamente.
A lei, conforme explicada à Duma Estatal, enfatiza que o provedor é obrigado a parar de usar quaisquer dados de pagamento que o consumidor tenha optado por não usar. Para cumprir essa exigência, as plataformas terão que revisar suas interfaces e contratos de usuário. Atualmente, acrescentaram os deputados, os consumidores não estão suficientemente informados sobre os serviços prestados, as condições de pagamento e os métodos de cancelamento de assinaturas. Os requisitos da lei se aplicam a serviços russos e internacionais, incluindo cinemas online e aplicativos de venda de conteúdo, mas não se aplicam a serviços adicionais relacionados a dispositivos móveis.
A primeira versão do projeto de lei foi submetida à Duma Estatal no verão de 2023, após o que foi revisada para levar em consideração os comentários enviados pelo governo. O projeto foi aprovado em primeira leitura em setembro de 2024; em julho deste ano, recebeu aprovação da comissão governamental sobre atividade legislativa.
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