A perda de visão é um desastre pessoal que permanece em grande parte sem solução hoje. Isso se deve à fragilidade dos olhos, que não podem ser facilmente abordados. A estimulação dos nervos ópticos requer nutrição, que não pode ser facilmente entregue ao globo ocular. Cientistas da Austrália propuseram resolver o problema integrando fotocélulas no olho. Eles se tornarão simultaneamente sensores de imagem e uma fonte de energia para transmitir impulsos ao cérebro.
Fonte da imagem: geração AI Kandinsky 3.0/avalanche noticias
Já foram realizados trabalhos de integração de fotossensores de silício no globo ocular. Por exemplo, isso foi feito pelo grupo do professor Daniel Palanker em Stanford. Este estudo serviu de ponto de partida para o trabalho de cientistas australianos da Universidade de Nova Gales do Sul (UNSW). Cientistas dos EUA utilizaram fotocélulas de silício em suas pesquisas, nas quais, para criar um pulso com a voltagem necessária, era necessário conectar três pixels, o que reduzia a resolução.
Udo Römer, da UNSW, propôs a substituição do silício de baixa sensibilidade por células solares feitas de germânio ou arsenieto de gálio. Além disso, cientistas da Austrália decidiram criar um protótipo de neuroimplante ocular baseado em fotocélulas multicamadas. Isto manterá uma resolução suficientemente alta e gerará voltagem suficiente para estimular o nervo óptico, capturando um espectro mais amplo de luz solar. Essas células solares tandem não são novas e foram bem estudadas em outros trabalhos.
O protótipo do olho fotocélula criado na UNSW tem área de 1 cm2. Ele mostrou um bom resultado. Após finalizar os fotossensores e os experimentos com animais, as dimensões do fotoneuroimplante ocular serão reduzidas para 2 mm2 com pixels de até 50 mícrons. Conectar tudo isso ao nervo óptico será uma tarefa diferente e completamente difícil. Mas se funcionou com a estimulação dos nervos auditivos, então por que não poderia funcionar com a estimulação dos nervos oculares?
A solução que está sendo desenvolvida na Austrália não substituirá totalmente a perda de visão. Algum dia isso será possível. A princípio, se se tratar de neuroimplantes oculares, a visão embutida será monocromática e de baixa resolução. Além disso, para estimular ainda mais a sensibilidade das fotocélulas nos globos oculares, serão necessários dispositivos vestíveis adicionais, como lasers em óculos inteligentes. Mas é melhor transferir energia para os olhos desta forma do que com fios.
Aliás, os pesquisadores ressaltam que não vão migrar para os ciborgues. O desenvolvimento é realizado exclusivamente com o objetivo de ajudar os pacientes a recuperar a visão.
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