Cientistas da Universidade de Amsterdã propuseram uma nova arquitetura para um computador quântico escalável. Pares de íons capturados por pinças ópticas (lasers) são propostos como qubits. Em um campo eletromagnético uniforme, esses pares de íons podem fazer o mesmo trabalho que as portas dos transistores em processadores clássicos, independentemente da distância entre os íons – essa é uma maneira fácil de aumentar a escala dos cálculos.
Fonte da imagem: Universidade de Amsterdã
Os íons presos são considerados uma das partículas mais promissoras para a criação de qubits confiáveis. Os íons são fáceis de criar, para os quais basta adicionar elétrons extras aos átomos da substância ou remover alguns deles. Esses átomos ficam carregados negativa ou positivamente e são fáceis de controlar, por exemplo, com um feixe de laser como uma pinça. Os íons são facilmente colocados nos defeitos das redes cristalinas, onde podem ser manipulados. Esses são qubits prontos, embora existam e permaneçam problemas com o dimensionamento.
Físicos da Universidade de Amsterdã tentaram contornar o problema de escala usando o movimento coletivo de íons em um campo eletromagnético uniforme. Durante os experimentos, comprovou-se que sob tais condições, pinças ópticas podem transferir potenciais locais (estados de íon-qubits) para longas distâncias, o que é implementado com menos dificuldade do que no caso de outros métodos de escalonamento conhecidos pela ciência hoje. Link para o artigo na revista Physical Review Letters aqui.
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