A Real Academia Sueca de Ciências destacou as conquistas desses cientistas na geração de pulsos curtos de luz que ajudarão no estudo dos elétrons – nesta escala, os eventos ocorrem em alguns décimos de attosegundo, ou 10-18 s. Existem tantos attossegundos em um segundo quanto o número de segundos que se passaram desde o nascimento do Universo. Os laureados conseguiram criar pulsos de attossegundos que ajudarão a capturar imagens de processos dentro de átomos e moléculas – “abrir a porta para o mundo dos elétrons”, como disse a chefe do comitê do Nobel de Física, Eva Olsson. Na prática, esses pulsos serão úteis na eletrônica e na medicina.
Pierre Agostini, da Ohio State University (EUA), lançou uma série de pulsos com duração de 250 attossegundos em 2001. Ferenc Kraus, trabalhando na Universidade Ludwig Maximilian de Munique (Alemanha), gerou e mediu o primeiro pulso artificial de attosegundos da história, que lançou as bases para a attofísica – sua duração foi de 650 attosegundos.
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