Os cientistas testaram o efeito da ausência de peso prolongada no cérebro – todos irão voar para Marte com raiva e pouco comunicativos

Novos experimentos com voluntários mostraram que a exposição prolongada à ausência de peso no cérebro afeta as habilidades cognitivas (cognitivas) de uma pessoa. O vôo para Marte vai durar até 1000 dias ou mais, o que vai dobrar o recorde atual de uma pessoa que permanece em gravidade zero. É importante compreender como e em que condições as pessoas voarão para lá e se serão capazes de realizar atividades científicas, laborais e sociais normais.

Fonte da imagem: DLR

Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, com a ajuda de três grupos de 24 voluntários, conduziram um experimento de 60 dias para simular estar em microgravidade (gravidade zero). Em condições terrestres, a microgravidade é simulada deitando-se em uma cama de cabeça para baixo, inclinada em um ângulo de seis graus. Um grupo ficou deitado sem se levantar, enquanto os outros dois treinavam regularmente na centrífuga.

A centrífuga simulou condições temporárias de gravidade em vôo. Em outras palavras, os cientistas estavam procurando uma oportunidade de, pelo menos parcialmente, criar condições terrestres para a circulação sanguínea em uma nave voando para Marte. Para fazer isso, é tecnologicamente caro dar a rotação de um navio voador, mas é possível fazer uma câmara de centrífuga dentro dele para treinamento regular. O objetivo do experimento foi verificar a eficácia de treinos diários de meia hora nos regimes de 30 minutos por vez e 5 minutos em 6 abordagens.

Fonte da imagem: DLR

Todos os assuntos foram submetidos a testes especiais diários para astronautas para avaliar as habilidades cognitivas. Logo ficou claro que, em geral, as habilidades mentais não mudam muito e as mudanças não progridem, exceto por um aspecto. Todos os participantes do experimento no final do teste começaram a distinguir mal as emoções nas imagens de teste. Ao mesmo tempo, eles geralmente definiam qualquer emoção como raiva e descontentamento. Pior de tudo, o treinamento centrífugo (um retorno temporário à circulação normal) não fez nada para melhorar essas habilidades cognitivas do cérebro.

Os pesquisadores ainda não podem dizer em que nível ocorre a deterioração observada. Mas essa questão deve ter prioridade máxima, caso contrário, a expedição a Marte, que é esperada em um futuro não muito distante, pode terminar em desastre. No mínimo, os astronautas precisarão de treinamento especial para mitigar o efeito observado, que também deverá ser desenvolvido.

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