O Solar Dynamics Observatory da NASA informou que em 6 de janeiro ocorreu um surto de extrema intensidade no Sol, que atingiu o pico às 03:57, horário de Moscou. O fluxo de radiação atingiu toda a parte da Terra iluminada pelo Sol, o que afetou a qualidade das comunicações de rádio de alta frequência. Nenhuma ejeção de massa coronal foi observada desta vez, mas a intensidade da luz e da radiação em outras faixas excedeu as anteriores no atual ciclo de atividade solar.
Fonte da imagem: NASA
Agora o Sol está na primeira metade do ciclo 25 de atividade, cujo pico ainda não passou. Os valores de pico são esperados em meados de 2024 ou início de 2025. Mas mesmo agora os flashes entram na classe de força extrema. A explosão registrada ontem no lado esquerdo do Sol foi classificada como X1.2. A classificação tem cinco categorias de eventos fracos a extremos – A, B, C, M e X – e dez gradações em cada classe. O flare da classe X1.2 registrado ontem é extremo, mas está no fundo da escala dentro de sua classe.
Durante a observação do Sol, a explosão mais intensa foi observada em 2003. Seu índice foi muito além da classificação aceita e atingiu o valor de X28. Durante este evento, vários estados dos Estados Unidos experimentaram quedas de energia completas e relataram problemas com as comunicações de rádio.
Ao mesmo tempo, o maior perigo em tais situações ameaça os astronautas em órbita e os satélites. Portanto, hoje muita atenção é dada ao estudo do Sol e do clima espacial. A humanidade pretende ir além da órbita da Lua, onde o campo magnético da Terra não mais a protegerá da radiação solar. Sem uma compreensão clara da situação no espaço, este será um exercício perigoso.
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