Há uma semana, o Google anunciou a criação do processador quântico mais poderoso do mundo, o Willow, com 105 qubits supercondutores. Este processador suporta tecnologia avançada de correção de erros, resolvendo um dos problemas mais desafiadores da computação quântica. Apenas sete dias se passaram e os cientistas chineses anunciaram a criação de um processador quântico Zuchongzhi 3.0 (“Zuchongzhi-3”), que, segundo eles, não é de forma alguma inferior ao Google Willow. A China não fica atrás dos Estados Unidos em tecnologias quânticas.
Processador chinês Zuchongzhi 3.0 de 105 qubits (“Zuchongzhi-3”) baseado em qubits supercondutores. Fonte da imagem: CFTV
A computação quântica promete aceleração exponencial devido a características da mecânica quântica, como superposição e emaranhamento de bits quânticos, chamados qubits. Na maioria das vezes estamos falando de simulações. Por exemplo, sistemas quânticos (processadores e computadores) podem reproduzir o comportamento dos átomos em redes cristalinas, permitindo a realização de experimentos “calculando a resposta” sem o uso de amostras físicas. Além disso, as plataformas quânticas lidam bem com problemas de otimização, onde o processamento de uma enorme quantidade de dados é substituído pela transição de um sistema quântico para um estado com energia mínima (o chamado recozimento quântico).
Em ambos os casos, seja cálculo ou simulação, a correção de erros requer mais recursos. Um dos métodos populares para lidar com eles é o código de superfície, que é uma matriz de qubits físicos. O tamanho desta matriz afeta diretamente a precisão e velocidade dos cálculos.
O Google afirma (sem maiores explicações ainda) que fez avanços significativos no uso de código superficial para corrigir erros. Por sua vez, cientistas chineses da Universidade de Ciência e Tecnologia da China (USTC), em seu artigo, que ainda não foi revisado por pares, afirmaram que também fizeram um avanço nessa direção e pretendem desenvolver suas tecnologias.
Dentro de alguns meses, o processador Zuchongzhi 3.0 poderá demonstrar um nível de correção de erros que excede as conquistas do Google, com base em declarações de pesquisadores chineses.
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