Um estudo da Universidade de Cambridge mostrou que a cada ano mais eletricidade é gasta na mineração do popular criptomoeda bitcoin do que toda a Argentina consome. A mineração de criptomoedas requer o uso de equipamentos potentes que consomem muita energia. Os especialistas acreditam que a situação não mudará no futuro próximo se a taxa de bitcoin não cair.
Os pesquisadores estimam que aproximadamente 121,36 terawatts-hora de eletricidade são gastos na mineração de bitcoin a cada ano, mais do que o consumido na Argentina (121 terawatts-hora) ou na Holanda (108,8 terawatts-hora). O nível de energia consumido pelas mineradoras está gradualmente se aproximando do da Noruega, onde aproximadamente 122 terawatts-hora de energia são consumidos por ano.
Vale ressaltar que a energia gasta na mineração de bitcoin por um ano seria suficiente para abastecer todas as chaleiras usadas no Reino Unido por 27 anos. Ao mesmo tempo, apenas nos EUA a cada ano conectado à rede, mas os dispositivos domésticos inativos consomem mais energia do que todos os mineiros juntos.
Nesta semana, a americana Tesla investiu 5 bilhões em bitcoins, contra os quais a taxa da criptomoeda ultrapassou 8 mil por unidade. Os críticos dizem que o investimento maciço de Elon Musk em criptomoeda mina a imagem ambiental da montadora.
O crescimento impressionante que o Bitcoin vem demonstrando recentemente está encorajando mais e mais pessoas ao redor do mundo a minerar. Isso significa que se a criptomoeda mantiver sua posição atual, a quantidade de energia gasta na mineração de bitcoin não apenas não diminuirá, mas também poderá continuar a crescer.
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