O repórter de informações Wayne Ma contou alguns detalhes sobre um dos próximos produtos mais esperados da Apple – um fone de ouvido de realidade virtual e aumentada, que supostamente já foi demonstrado ao conselho de administração da empresa.
Fonte da imagem: Achin bm / pixabay.com
Um dos principais recursos do dispositivo é um conjunto de 14 câmeras que rastreiam com precisão as expressões faciais do usuário. Isso será necessário para criar avatares realistas em um ambiente virtual – eles poderão repetir as expressões faciais dos usuários.
O designer Jony Ive, que deixou a Apple em novembro de 2019, também participou do projeto. Apesar de sua saída, Ive continua prestando suporte de consultoria à empresa, ajudando ex-colegas em questões como a colocação da bateria no gabinete do aparelho, além de otimizar a ergonomia. Assim, nos primeiros protótipos do headset AR/VR, a bateria era montada na faixa de cabeça, mas sugeri colocá-la em uma unidade remota, como é feito no Magic Leap – no entanto, não está claro qual será a solução no versão de produção.
Os funcionários da empresa que trabalham no projeto criticaram o dispositivo por não ser posicionado como um dispositivo de jogos, porque os jogos determinaram em grande parte o sucesso do iPhone e também são uma parte importante da nova estratégia Meta*. A Apple não quer desenvolver controladores de jogos dedicados – a empresa vai dar preferência a tecnologias de rastreamento manual ou usar algo tão simples como clipes de dedo semelhantes a prendedores de roupa para entrada.
Anteriormente, supunha-se que o fone de ouvido seria equipado com algum tipo de estação base externa para resolver problemas de computação, mas depois decidiu-se tornar o fone de ouvido um dispositivo completamente autônomo – ele receberá dois processadores e um codec de streaming para reduzir atrasos. Um dos processadores será equivalente ao chip M2, que deve estrear com o anúncio dos novos MacBook Air e iPad ainda este ano.
* Está incluído na lista de associações públicas e organizações religiosas em relação às quais o tribunal tomou uma decisão final para liquidar ou proibir atividades com base na Lei Federal nº 114-FZ de 25 de julho de 2002 “Sobre o combate ao extremismo atividade”.
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