A Microsoft está experimentando o uso de misturas de concreto com baixo teor de carbono para construir data centers no estado de Washington. Segundo a assessoria de imprensa da empresa, são utilizados materiais que incluem componentes obtidos de microalgas, além de cinzas volantes e escórias. O principal objetivo é reduzir em 50% as emissões de dióxido de carbono associadas à produção de concreto.
Normalmente, o cimento para concreto é feito de calcário, aquecido junto com argila, liberando como resultado dióxido de carbono. Além disso, os próprios fornos são normalmente alimentados com carvão ou gás natural, o que contribui para a libertação de CO2 adicional. Uma vez que a Microsoft pretende tornar-se “negativa em carbono” até 2030, considera esta abordagem pouco amiga do ambiente. A empresa já faz experiências com a construção de objetos utilizando madeira, terra, cânhamo e até cogumelos.
A empresa está agora a testar misturas alternativas de betão, uma das quais envolve a utilização de calcário “biogénico” feito de microalgas e outros aditivos, a segunda – cinzas volantes e escória. Bem, o terceiro combina os componentes das duas misturas anteriores. Supõe-se que será possível reduzir o nível dos chamados. “carbono incorporado” mais que dobrou. Ao mesmo tempo, como a própria Microsoft admite, a tecnologia para criar tais misturas de concreto é muito complexa.
Fonte da imagem: Microsoft
A empresa obtém seu calcário da Minus Materials, que comercializa um processo de extração de calcário de algas marinhas desenvolvido pela Universidade do Colorado em Boulder. O Fundo de Inovação Climática da Microsoft está apoiando a Prometheus Materials, que também produz biocimento a partir de algas, mas usando um processo diferente. O mesmo fundo está a investir na Boston Metal, que está a trabalhar na eletrólise de minério utilizando eletricidade renovável para ajudar a eliminar pelo menos algumas das emissões de CO2 do processo de produção de aço.
Anteriormente, a Microsoft testou concreto comum com adição de CO2, o que possibilitou o fortalecimento do material – a empresa investiu no fabricante do produto correspondente, CarbonCure. No entanto, a adição de dióxido de carbono ao betão contribui apenas numa medida muito pequena para a redução das emissões – a maior parte do dióxido de carbono ainda vai para a atmosfera.
Contudo, ignorar a questão à luz da agenda “verde” global não funcionará. Só a produção de concreto é responsável por 8% das emissões globais de carbono, e outros 7% vêm da produção de aço, que é ativamente utilizado na construção. Por exemplo, na indústria dos centros de dados, a maior parte das emissões provém das emissões de Âmbito III, que são da responsabilidade das cadeias de abastecimento. Anteriormente, Meta✴ também relatou experimentos com concreto “verde” criado com IA.
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