A fabricante do motor Unity comentou sobre a enxurrada de críticas e insatisfação que caiu sobre ela após o anúncio da comissão Unity Runtime Fee, que será cobrada do desenvolvedor caso um determinado número de instalações de jogos seja ultrapassado.
Fonte da imagem: Devolver Digital
Num comunicado divulgado na noite de 14 de setembro, a Unity reconheceu a “confusão e frustração” em torno da situação e enfatizou que a nova política não afetaria “90% dos consumidores”.
A empresa também procurou esclarecer como define e contabiliza as instalações, um dos principais pontos de discórdia da nova política. A partir de 1º de janeiro de 2024, os desenvolvedores não terão que pagar por:
O que os desenvolvedores do Unity terão que pagar é a primeira instalação do jogo em qualquer dispositivo. As instalações serão contadas não apenas a partir do lançamento completo, mas também a partir do início do acesso antecipado.
Fonte da imagem: vapor
Os desenvolvedores não ficaram tranquilos com os novos esclarecimentos do Unity: “A comissão ainda não tem limite máximo, somos multados para o usuário instalar o jogo em novos dispositivos, não há verificações de pirataria/fraude (e não pode haver).”
Alguns estúdios de destaque que utilizam a engine Unity em seus projetos já se manifestaram contra a nova iniciativa:
A situação pode afetar muitos outros jogos Unity populares e esperados. Por exemplo, Hollow Knight: Silksong – os desenvolvedores já estão “gostando” das piadas de que devido a uma mudança no motor o lançamento será adiado por mais cinco anos.
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