O roteirista principal do The Witcher original, Artur Ganszyniec, explicou por que o epílogo cinematográfico do jogo difere tanto do final principal.

Fonte da imagem: CD Projekt Red

Relembrando, The Witcher termina com a vitória de Geralt de Rivia sobre o poderoso mago Jakov de Aldersberg e um aviso sobre a chegada da Geada Branca. No entanto, o epílogo leva os jogadores aos eventos de The Witcher 2: Assassins of Kings.

Na cinemática, Geralt frustra uma tentativa de assassinato contra o Rei Foltest de Temeria. Na sala do trono, onde o herói recebia sua recompensa por seu trabalho, o monarca é atacado por um bruxo desconhecido.

Segundo Ganshinets, a equipe queria que The Witcher tivesse um final aberto, mas a direção da CD Projekt Red decidiu que o jogo precisava de um epílogo cinematográfico — que foi criado sem a participação da equipe de roteiristas.

Ganshinets considerou o epílogo um erro, pois colocou os desenvolvedores em uma situação sem saída: “Ficou óbvio que o próximo jogo deveria ser uma continuação [dessa cena] e contar a história de bruxos que, por algum motivo, matam reis.”

Ganshinets classificou o epílogo como um erro, pois colocou os desenvolvedores em uma situação sem saída: “Ficou óbvio que o próximo jogo deveria ser uma continuação [dessa cena] e contar a história de bruxos que, por algum motivo, matam reis.”

Por esse motivo, como Ganshinets enfatizou no final de seu gameplay de The Witcher no YouTube, The Witcher 2 acabou sendo tão politicamente carregado e não deixou espaço para o desenvolvimento de Geralt, sua história familiar e outros aspectos da trama.

Apesar da mudança de foco para a política, The Witcher 2: Assassins of Kings provou ser um grande sucesso para a CD Projekt Red: nos 15 anos desde seu lançamento, o jogo vendeu mais de 15 milhões de cópias.

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