O Bitcoin caiu novamente hoje, mas se recuperou, ficando muito perto da marca de US$ 60.000, segundo a CNBC. No entanto, alguns especialistas entrevistados pela publicação preveem novas quedas para a maior criptomoeda.
Fonte da imagem: coindesk.com
O Bitcoin caiu abaixo de US$ 61.000 durante a noite e oscilou pouco acima de US$ 60.000; no momento da redação deste texto, está cotado a US$ 67.225,38. A maior criptomoeda está em queda em meio à baixa das ações de tecnologia dos EUA — ela frequentemente se correlaciona com ativos de risco e cai junto com eles. Outros ativos, incluindo ouro e prata, também estão apresentando alta volatilidade, aumentando a turbulência do mercado.
As liquidações forçadas, nas quais as posições dos investidores são vendidas automaticamente quando o Bitcoin atinge um determinado preço, continuam a pressionar o mercado de criptomoedas para baixo. Mais de US$ 2 bilhões em posições compradas e vendidas foram liquidadas ontem; outros US$ 800 milhões foram adicionados hoje.
Já existem sinais de que grandes investidores institucionais começaram a vender suas participações. Fundos negociados em bolsa (ETFs) americanos, que compraram 46.000 bitcoins nesta mesma época do ano passado, devem se tornar vendedores em 2026, segundo investidores. O preço médio pago por investidores em Bitcoin através de ETFs é de US$ 90.000, e esses investidores agora estão sofrendo perdas significativas.
O Bitcoin está sendo negociado atualmente com uma queda de mais de 40% em relação à sua mínima histórica; outras criptomoedas estão em situação ainda pior: Ethereum e XRP estão com quedas de mais de 60% em relação às suas máximas históricas, enquanto a Solana caiu mais de 70%. Analistas previram anteriormente que uma queda abaixo de US$ 70 levaria a novas desvalorizações, mas alguns agora acreditam que o Bitcoin pode cair para US$ 50.000 antes de uma nova recuperação.
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