A Microsoft está adotando uma abordagem curiosa para obter aprovação regulatória para a compra da Activision Blizzard por US$ 68,7 bilhões. não libera “jogos únicos.
Fonte da imagem: Activision Blizzard
«Não há nada de único nos videogames desenvolvidos e publicados pela Activision Blizzard que os torne obrigatórios para distribuidores concorrentes de videogames para PC e console, o que pode ser motivo de preocupação”, disse a Microsoft em comunicado.
Em outras palavras, a Microsoft acredita que deter os direitos das franquias mais populares da Activision Blizzard (como Call of Duty) não afetará a concorrência de empresas como a Sony. À primeira vista, esse é um argumento sem sentido sobre uma empresa que a Microsoft planeja gastar US$ 68,7 bilhões para adquirir, mas dessa forma a gigante do software responde aos concorrentes de maneira peculiar.
Não muito tempo atrás, a Sony chamou Call of Duty de jogo AAA “essencial” “incomparável” em um apelo ao regulador da indústria brasileira. De acordo com o jogo de plataformas japonês, a franquia é tão popular que influencia quais consoles os consumidores compram. Em 2015, a Sony firmou um acordo com a Activision Blizzard, onde alguns conteúdos de Call of Duty aparecem pela primeira vez no PlayStation.
Minimizar Call of Duty é apenas uma das maneiras que a Microsoft está usando para persuadir os reguladores a aprovar um acordo para assumir a Activision Blizzard. Em fevereiro deste ano, a Microsoft prometeu continuar a lançar jogos da série Call of Duty nos consoles PlayStation e após o vencimento de todos os acordos concluídos anteriormente.
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