O ex-engenheiro da Microsoft, Dave Plummer, revelou detalhes de um bug no clássico jogo de pinball 3D para Windows, Space Cadet, integrado ao sistema operacional Windows, que surgiu anos após seu lançamento. Sob certas condições, o jogo podia consumir todo o núcleo da CPU e gerar taxas de quadros extremas de até 5.000 quadros por segundo.
Fonte da imagem: Microsoft
Plummer, desenvolvedor do 3D Pinball, portou-o do Windows NT para o Windows 95 e trabalhou em componentes do sistema, como o Gerenciador de Tarefas e o suporte a ZIP integrado. Ele explicou em seu canal no YouTube que o bug era que o motor do jogo não tinha limitador de taxa de quadros e tentava renderizar as cenas o mais rápido possível.
No hardware original, com um processador MIPS R4000 de 200 MHz, isso resultava em confortáveis 60 a 90 FPS. No entanto, alguns anos depois, com o advento de sistemas multi-core mais potentes, esse bug saiu do controle. O jogo começou a consumir 100% dos recursos de um dos núcleos do processador, tentando entregar milhares de quadros por segundo, o que era completamente excessivo para a jogabilidade.
Outro ex-engenheiro da Microsoft, Raymond Chen, posteriormente corrigiu o problema configurando manualmente o código do jogo para um limite de 100 FPS. Embora a história pareça engraçada agora, Plummer enfatizou que, na época, tais incidentes que exigiam uma correção em um service pack eram levados extremamente a sério, considerados um lapso profissional e até mesmo “um tanto constrangedor”.
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