A inclusão de Resident Evil Requiem na apresentação do DLSS 5 gerou preocupações dentro da Capcom sobre a posição da empresa em relação à implementação de IA generativa em jogos futuros, mas, por enquanto, parece não haver motivo para preocupação.

Fonte da imagem: Nvidia
Como observado pela Automaton, a administração da Capcom esclareceu sua posição sobre IA generativa e desenvolvimento de jogos em uma teleconferência com investidores publicada em 23 de março.
A boa notícia é que a Capcom prometeu aos investidores que não adicionará conteúdo gerado por IA aos seus jogos. Ao mesmo tempo, a empresa não pretende se manter completamente alheia às ferramentas de IA.

Os heróis de Pragmata enfrentam uma IA insana (Fonte da imagem: Steam)
“Planejamos usar ativamente [IA generativa] como uma tecnologia assistiva para melhorar a eficiência e a produtividade do desenvolvimento de jogos”, afirmou a Capcom.
Especificamente, a Capcom está explorando maneiras de integrar a IA generativa em vários aspectos do processo de produção, incluindo gráficos, som e programação.

Fonte da imagem: Nvidia
Anteriormente, foi noticiado que a Capcom construiu um protótipo de sistema de ideação com IA usando o Google Cloud para acelerar a conceitualização de mundos e mecânicas de jogos.
Em relação ao DLSS 5, o anúncio do upscaler foi recebido com uma enxurrada de críticas: a tecnologia distorce o estilo visual dos jogos, substituindo-o por uma imagem genérica e “artificial” criada por IA. A Nvidia afirma que os jogadores interpretaram mal a proposta.