Segundo uma pesquisa da Accenture, três em cada quatro (74%) consumidores afirmaram que confiariam mais em um agente pessoal de inteligência artificial do que em seu melhor amigo na hora de fazer uma compra em seu nome.

Fonte da imagem: Igor Omilaev / unsplash.com

Mais de 25.000 consumidores de 16 países participaram da pesquisa. A IA é usada para comparar, negociar, tomar decisões e até mesmo concluir compras em nome de seus usuários. Outros 74% dos entrevistados disseram estar dispostos a permitir que agentes de IA realizem tarefas relacionadas ao comércio: concluir transações, lidar com reclamações de clientes, solicitar novos pedidos e renovar assinaturas.

A maioria dos consumidores prefere ter o controle e a palavra final, mas um em cada três (32%) está disposto a permitir que a IA tome a decisão final de compra antes do pagamento, levando em consideração parâmetros predeterminados, como orçamento, preferência de marca e outras preferências. E um em cada dez (9%) permitiria que agentes de IA concluíssem transações e compras de forma autônoma, sem sua aprovação.

Outros 31% admitiram que uma transação bem-sucedida de baixo risco, como compras de supermercado ou a reposição de produtos domésticos, poderia aumentar sua confiança em agentes de IA. Embora os computadores estejam assumindo cada vez mais as tarefas de compra, as pessoas ainda não estão prontas para abandonar as lojas físicas: quase um terço (31%) acredita que as lojas se tornarão cada vez mais importantes como um local para compartilhar experiências, enquanto 30% indicam que as interações presenciais continuarão sendo cruciais para construir confiança. Em outras palavras, os consumidores querem que o processo de compra seja simplificado, mas também não pretendem abrir mão de formatos familiares — uma conclusão que os autores do estudo propõem aos varejistas.

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