Uma coalizão de procuradores-gerais de vários estados americanos lançou uma investigação em larga escala contra a OpenAI, segundo reportagem do The Wall Street Journal, que cita uma fonte anônima.
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Na véspera, em 12 de junho, a desenvolvedora do ChatGPT recebeu uma intimação judicial exigindo documentos referentes a uma ampla gama de suas atividades e impacto sobre os usuários: materiais relacionados à publicidade, aquisição e retenção de usuários e processamento de dados de consumidores e de saúde. Procuradores-gerais também solicitaram informações sobre atividades relacionadas a menores e idosos, modelos de aprendizado profundo e as políticas internas da empresa.
As autoridades americanas ainda não confirmaram a existência de uma investigação. No entanto, um representante da OpenAI declarou: “A inteligência artificial é uma tecnologia nova e poderosa, e trabalhamos diariamente para levar seus benefícios às pessoas de forma segura e responsável. Levamos a sério as preocupações levantadas pelos procuradores-gerais estaduais e pretendemos dialogar construtivamente com seus órgãos.”
Na segunda-feira passada, 8 de junho, a OpenAI protocolou um pedido privado para uma oferta pública inicial (IPO) nos Estados Unidos. A empresa poderá abrir seu capital em setembro, com uma avaliação de até US$ 1 trilhão.
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