Sam Udotong, um dos fundadores da startup Fireflies.ai, que oferece resumos de videoconferências com inteligência artificial, admitiu que, no início, os funcionários da empresa fingiam ser inteligência artificial. Na realidade, eles não tinham um sistema desse tipo, apesar do que a publicidade afirmava.
Sam Udotong. Fonte da imagem: Sam Udotong
Para simular inteligência artificial, um dos cofundadores da empresa, fingindo ser um bot, conectou-se à videoconferência de um cliente e transcreveu manualmente tudo o que foi dito. Em seguida, apresentou esse material como um resumo gerado por algoritmo e o enviou dez minutos após o término da sessão.
Na realidade, os fundadores da startup Fireflies não tinham fundos não apenas para integrar a IA às videoconferências dos clientes, mas também para pagar hospedagem. Cobravam US$ 100 por mês por uma assinatura, valor que era destinado principalmente a acomodações em hotéis. Levaram um ano inteiro para economizar o suficiente para integrar um modelo de IA ao sistema. Agora, o serviço funciona conforme anunciado e é um sucesso — a Fireflies está avaliada em mais de US$ 1 bilhão.
Nem todos receberam bem a declaração de Udotong nas redes sociais, considerando as ações dos fundadores da Fireflies uma fraude e uma violação de privacidade. É possível que as ações dos funcionários da empresa também tenham consequências legais.
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