A startup OpenAI possui uma estrutura organizacional bastante incomum para empresas que buscam atrair recursos de investidores. A empresa é administrada por uma organização sem fins lucrativos com conselho de administração próprio, e a divisão com fins lucrativos capta recursos dos acionistas, mas não lhes garante lucro. Dada a actual escala dos negócios, tal discrepância assusta os investidores.
Fonte da imagem: OpenAI
Segundo o Financial Times, a gestão da OpenAI discute agora a possibilidade de transformar a sua própria estrutura organizacional de forma a aumentar a sua atratividade para os investidores. Desde 2019, a Microsoft investiu cerca de 13 mil milhões de dólares na OpenAI, o que lhe permite reivindicar apenas 49% dos lucros da startup, mas na verdade o investidor principal ainda não pode influenciar as decisões tomadas pelo conselho de administração. Os elevados custos de desenvolvimento de negócios não permitem que os investidores contem com lucros regulares, e praticamente todos os fundos recebidos dos investidores são legalmente registados pela OpenAI como contribuições voluntárias para o capital.
Uma das ideias em discussão envolve a remoção das restrições ao valor do lucro recebido pelos investidores da OpenAI. Representantes da empresa não comentaram esses rumores, mas explicaram que “a essência sem fins lucrativos é a base da nossa missão e será preservada”. Os participantes nas negociações, falando sob condição de anonimato, sublinham que uma transição para um esquema de investimento mais tradicional poderia atrair mais recursos financeiros para os negócios da empresa.
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