O Google revelou seu modelo de inteligência artificial mais poderoso, o Gemini, há apenas dois dias, e a empresa já foi acusada de falsificar informações sobre ele. Acontece que o desenvolvedor editou o vídeo de demonstração do Gemini e, assim, enganou o público sobre sua velocidade e até capacidades.
Fonte da imagem: blog.google
O Google publicou um vídeo de seis minutos demonstrando as capacidades abrangentes do Gemini: a IA faz um bom trabalho no reconhecimento de objetos, rastreando a dinâmica de sua aparência e até mesmo no raciocínio. Mas há uma ressalva. A descrição do vídeo inclui a frase: “Para efeitos desta demonstração, a latência foi reduzida e as respostas do Gemini foram encurtadas”.
Acontece que esta nuance tem consequências graves. Na realidade, explicou um porta-voz do Google, o Gemini processou consultas de texto, que foram posteriormente faladas separadamente, e reconheceu imagens estáticas. E isso é completamente diferente do cenário implícito no vídeo de demonstração: o espectador tem a impressão de que pode manter um diálogo casual com Gemini, e a IA é capaz de observar objetos em tempo real e reagir às mudanças neles.
Mas o Google não concordou com esta versão dos fatos e rejeitou as acusações de falsificação de dados. Oriol Vinyals, vice-presidente de pesquisa e aprendizado profundo da DeepMind, explicou: “Todas as solicitações e respostas dos usuários no vídeo são reais, reduzidas para serem breves. O vídeo demonstra como seria uma interface de usuário multimodo construída com Gemini. Fizemos isso para inspirar os desenvolvedores.”
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