O CEO da DeepMind, Demis Hassabis, afirmou na semana passada que a diferença entre os modelos de IA chineses e os ocidentais diminuiu significativamente nos últimos dois anos, mas ainda persiste em alguns meses. Em entrevista à Bloomberg no Fórum de Davos, ele preferiu definir essa diferença como sendo de seis meses.
Fonte da imagem: Isomorphic Labs
Como observou Demis Hassabis, os desenvolvedores chineses têm se saído bem na busca por alcançar os líderes do setor, mas ainda precisam provar que conseguem superá-los e transpor a barreira da inovação. O chefe da DeepMind ainda considera o modelo da empresa chinesa DeepSeek, lançado no ano passado, “impressionante”. Curiosamente, nem todos os principais players ocidentais de IA veem com bons olhos a decisão do governo americano de abrir o fornecimento de aceleradores Nvidia H200 para a China. Segundo Dario Amodei, chefe da Anthropic, fornecer esses aceleradores à China é como vender armas nucleares para a Coreia do Norte.
A DeepMind, parte do Google, não está apenas trabalhando no aprimoramento de seu assistente de IA baseado no Gemini, mas também está interessada em robótica, área que os participantes do mercado associam cada vez mais à próxima grande evolução da inteligência artificial. De acordo com Hassabis, mudanças revolucionárias são esperadas no campo da “IA física”. Ao mesmo tempo, os desenvolvedores enfrentam desafios complexos. “É muito difícil alcançar a confiabilidade, a força e a destreza da mão humana”, admite o chefe da DeepMind.
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